Como diz o título, perdi mais de 12h (pra ser mais exato, mais ou menos 24h) da minha vida assistindo Heroes. O pior é que gostei, apesar de achar uma cópia descarada dos X-Men. Tanto é descarada que o criador dos X-men, Stan Lee (criador também de outros heróis como Hulk, Demolidor e Homem Aranha), aparece em um dos episódios, a exemplo do que ele mesmo costuma fazer em filmes da Marvel.
Mas o que me deixou mais motivado a escrever essa mensagem, foi o fato de ter pensado muito nos poderes de um dos personagens, o Hiro, aquele que pode viajar no tempo. Isso me fez lembrar de algumas teorias a respeito desse assunto. Pensei, escrevi e até desenhei pra tentar entender como funcionaria a passagem de uma época à outra. Vamos lá então:
1- TEORIA DO TEMPO COMO UMA LINHA RETA: essa teoria descreve o tempo como se fosse uma linha reta traçada no espaço. Enquanto vivemos, vamos "desenhando" essa linha. Nesse caso, o futuro não existe. Somente o presente e o passado estão criados. Óbvio: se ainda não "desenhamos" a linha, ela não poderia estar lá. Isso implica que, nesse caso, a viagem por épocas só poderia ser feita ao passado. Como? Ora, é humanamente impossível, mas imagine que você pudesse percorrer uma distância qualquer a uma velocidade absurda. Ao chegar em um determinado ponto, você volta pelo mesmo caminho.
Suponha agora que você leve uma fração ínfima de segundo para ir e uma fração ainda menor para voltar. Nesse caso, você teria ido e voltado antes mesmo de ter saído. Simples. Imagine a linha reta que "desenhamos" no espaço. Imaginou? pronto! Imagine você voltando pela mesma linha numa velocidade muito maior a que você foi. Você teria voltado poucos instantes no tempo. Seria como o primeiro colocado de uma corrida ultrapassar o último colocado. Só que no caso, tanto o primeiro quanto o último colocados seria você mesmo. Mas Assim, não poderíamos viajar pro futuro, lembra? Afinal ele ainda não foi "desenhado" no espaço. E como fazer pra viajar pro futuro então?
2-TEORIA DO TEMPO COMO INFINITAS LINHAS PARALELAS: Essa teoria explica que o tempo (passado, presente e futuro e todas as suas infinitas subdivisões) ocorreriam simultâneamente. É como se fosse um imenso quadro com linhas paralelas desenhadas. Assim sendo, em vez de simplesmente "ir pra frente" nós pularíamos de uma linha pra outra, deixando a linha anterior como estava.
Suponha que você pegou uma xícara e levou à boca. Em uma linha você está pegando a xícara (e isso acontece pra sempre) e logo em seguida vc pula pra outras linhas (que vão fazer, instante a instante, você levar a xícara até a boca) e cada fração ínfima de segundos ficará registrada em uma outra dimensão e ocorreria pra sempre. Assim sendo, o tempo seria já totalmente marcado, como um roteiro a ser seguido, onde tudo o que acontece, acontece ao mesmo tempo, só que em dimensões diferentes (Seria como um livro, que você precisa mudar de página pra ler o que vem à seguir ou voltar algumas páginas pra ler de novo algum pedaço do texto. Mas todo o texto está lá, independente do que você leu.).
Assim sendo, seria possível viajar para o futuro sendo necessário apenas um meio de conseguir quebrar a barreira entre as dimensões, ou seja, descobrir uma maneira de "virar a página" pra frente ou pra trás. Mas obviamente, assim como o tal livro, não importa o que façamos, a história será sempre a mesma. Ou seja, não adiantaria nada voltar ao passado e tentar mudar algo que você fez de errado, por que o seu erro já teria sido planejado antes. Assim como o livro, você pode escrever a caneta por cima, mas o texto continuará escrito ali.
O interessante disso tudo é que, independente de conseguirmos ou não viajar no tempo, todos nós já sonhamos alguma vez na vida em conhecer o futuro e mudar o passado. Eu conheço mais gente que gostaria de mudar o passado do que descobrir o que vai rolar no futuro... (culpas, culpas e culpas... mas tudo bem, eu também preferia ter mudado algumas coisas na minha vida).
Mas se alguém aqui conseguir voltar ao passado, cuidado: ao correr em linha reta e voltar pelo mesmo caminho numa velocidade ainda maior, preste atenção pra desviar de você mesmo... Afinal,a trombada poderá causar sérios danos... ehehehe
E quanto a "Heroes" ??? Ué.. to esperando a segunda temporada e ver se aparece algum personagem que ande de cadeira de rodas...
Todo ano é a mesma coisa. Nessa época, as pessoas se sociabilizam mais, são mais alegres e prestativas. Todos se esquecem dos “filhos da puta” do trânsito ou da empregada que não tirou o pó direito da estante. Esquecemos as brigas e a intolerância e durante quase um mês ficamos mais civilizados. É isso aí.
O pentelho do moleque que faz malabarismos com as bolinhas no semáforo, não tem vez durante o ano todo. Mas nosso espírito natalino nos obriga a doar uma moedinha pro infeliz com a desculpa de que ele está passando fome. Mas ele passou fome o ano todo e só foi xingado.
E os presentes? Me lembro quando eu era criança, quando eu ganhava presente de todo mundo e, dos mais chegados, geralmente eu ganhava até mais de um. Hoje, além de não dar presente pra ninguém, ninguém quase da pra mim.Culpa da nossa economia. Mas ainda acho que rola ganhar meias e cuecas de presente de Natal. Eu ganhava muito disso quando era criança.
Mas você sabe o que é dar meia e cueca pra uma criança no Natal? Você faz isso com seus filhos? Se você faz, desculpe, mas você é um belo dum filho duma puta. Deixa o moleque o ano inteiro com a cueca rasgada e no Natal vem dar uma de bonzinho... Vá te catar!!!
Ainda falando em presentes, eu esperei uns vinte anos pra ganhar um presentão. E pelo jeito, vou continuar esperando. Eu falo da turnê mundial do The Police. Aqueles cornos acham que só o Rio de Janeiro merece ver o show. Azar deles. Aqui eles poderiam até cobrar mais caro. Não temos mar, mas temos dinheiro. Absurdo total a cidade que sustenta o país ser privada de um evento desses.
E o Sting ainda tem a cara de pau de dizer que está fazendo isso por ele. Ora, claro que está fazendo isso por ele. Por mim que não seria... nem na minha cidade eles vão pisar... cara de pau! E também, pelos milhões que ele deverá arrecadar no final dessa turnê, só poderia mesmo fazer isso por ele.
Se ele quer fazer algo por alguém que não seja ele, faça por mim. Me arruma um trampo de baterista com ele. Ele não vai com a cara do Stewart Copeland mesmo...
Só espero que eu consiga ver esses malditos antes deles morrerem!
E voltemos ao Natal. Seguindo o exemplo de solidariedade natalina, eu, que passei um ano ou mais sem nem olhar pra esse blog, desejo a todos um fim de ano cheio de realizações e boas festas!
Quem sabe, no ano que vem, nós começaremos a ser solidários em novembro...
Odeio esses banheiros modernos. Essas torneiras com sensores, que quando aproximamos a mão, sai a água. Tudo muito lindo, econômico e politicamente correto se não fosse o fato de que os sensores sempre enguiçam! E é muito comum, depois daquela mijadinha básica no restaurante, entupir a mão de sabonete (aqueles líquidos cor de rosa, melados e com cheiro pior do que o próprio banheiro) e depois, só depois, perceber que o maldito sensor da torneira enguiçou. E nos vemos ali, com a mão lotada de sabonete líquido! E ficamos horas em frente ao espelho, olhando a cara de idiota e pensando o que fazer...
Sem contar com aqueles malditos secadores de mãos no lugar das toalhinhas de papel. Quando estamos suados e vamos lavar o rosto e só depois percebemos que não há toalhas de papel. Somente aquele maldito secador, colocado numa altura ridícula, impossível pra enfiar a cara embaixo. Claro que depois que depois de encharcar a fuça de água e tentar secar o rosto, entra alguém e nos vê ali que nem palhaço. Não dá pra disfarçar.
Isso porque ainda não falei daquela privadinha estúpida, usada só pra urinar, onde ficamos de pé, olhando aqueles cartazes com propaganda. É só mirar ali e urinar, que os respingos voltam pra você. Agora sim, além de ter que lavar as mãos na tal da pia econômica com sensor, ainda temos que lavar o braço!
E sempre tem aquele apoio em cima dessas privadinhas estúpidas. Perdi as contas de quantas vezes bati a cabeça ali ao olhar pra baixo pra ver se estou mijando no lugar certo.
Não existem aviso do tipo “cuidado, apoio em frente”. Aliás, será que alguém apóia alguma coisa ali? Ou aquilo é justamente um apoio de cabeça que eu estou usando da forma errada e por isso sempre saio com um galo?
Conforme converso com as pessoas, vejo que esse tipo de reclamação não é só minha. Além é claro daquelas clássicas, como por exemplo estar apertado, com a barriga inflando de tanto aperto e ter que esperar pra sentar no vaso porque o banheiro está lotado. Além disso, é comum o idiota que usou antes de você tenha urinado por toda a tampa do vaso, fazendo com que a sua barriga infle e doa cada vez mais porque você ainda tem que limpar o acento ou se ajustar numa posição adequada, mas que não encoste a bunda na parte mijada. Pra completar o infortúnio, o banheiro nessas situações, está sempre lotado e você sabe que não vai conseguir fazer tudo quieto. Você tem plena consciência de que ruídos serão expulsos do seu intestino, e que não são ruídos em níves aceitáveis. São ruídos fortes e você, já sabendo disso, tenta fazer tudo muito devagar pra que nenhum barulho indesejado saia dali. E é claro, todos os ocupantes do banheiro ficam bem quietinhos assim que você abaixa as calças, parece que é de propósito.
Isso sem contar as bichinhas que pedem insistentemente pra “balangar” o seu @#!!! Depois da mijada.
É isso... banheiros públicos só em último caso mesmo, quando aquele tal ruído passa a ser o menor dos seus problemas (se é que nesses casos ele chega a ser um problema).
Acho incrível como hoje em dia tudo é automatizado. Até as pessoas. Além do uso de máquinas e computadores para tarefas antes feitas por um ser humano, temos agora o novo modelo de ser humano, que mais se iguala a alguma máquina nova lançada pelas empresas do que propriamente uma pessoa.
As empresas respondem por nomes conhecidos, como Blockbuster ou alguma operadora de cartão de crédito. Funcionários de grandes redes e operadores de telemarketing são os maiores exemplos do que quero dizer aqui.
Outro dia fui alugar filmes na Blockbuster com a minha namorada. Fiquei impressionado. Fomos na sexta feira e alugamos dois filmes. Ao chegar no caixa, o exemplo de funcionário padrão contemporâneo começa a descarregar todo o texto decorado em horas de ensaios na frente do seu chefe (por favor, leia sem fazer pausa, num fôlego só, de preferência em voz alta):
-Gostaria de adquirir o plano super ultra master plus que por apenas sessenta e nove reais você pode alugar quantos filmes quiser no período de um mês, tendo desconto de não sei quantos reais na locação, o que representa uma economia de não sei mais quantos reais no período de um ano?
-Não obrigado.
-Com esse plano, o senhor...
Pagamos e fomos embora, deixando o pobre infeliz falando sozinho.
No domingo voltamos lá, devolvemos os filmes (devidamente trocados – DVD de um na caixa do outro – molecagem que não consigo me livrar) e alugamos mais dois. Chegamos no caixa e o mesmo exemplo de funcionário padrão contemporâneo começa a descarregar seu discurso (por favor, leia novamente sem pausas):
-Gostaria de adquirir o plano super ultra master plus que por apenas sessenta e nove reais você pode alugar quantos filmes quiser no período de um mês, tendo desconto de não sei quantos reais na locação, o que representa uma economia de não sei mais quantos reais no período de um ano?
Qual parte do “não, obrigado” ele não entendeu? É algo tão mecânico, que ele nem percebeu que era eu lá de novo.
No médico, outro dia, toca meu celular. Eu confesso que ando sem paciência ultimamente... Era o maldito telemarketing. Aquela voz de mulher pergunta com quem ela está falando...
-Você ligou pra mim. Não sabe quem eu sou? Se não sabe, por que ligou? – eu disse.
-Senhor (o maldito “senhor” de novo) aqui é da Embratel...
Interrompi o discurso perguntando se por acaso se tratava de alguma promoção.
-Não senhor, é só uma dica de economia. – disse a infeliz.
-Não estou interessado. – Respondi.
-Mas senhor...
-Eu já falei que não quero saber de nada. E desliguei o telefone sem dó.
Não sei como as empresas ainda mantém esse serviço de telemarketing. Não conheço ninguém que goste, e todos sempre me dão dicas de como acabar com a raça desses malditos operários tecnológicos modernos. Mas eu sempre me vingo.
Sou filho da puta mesmo. É a minha natureza. Não consigo ser bonzinho. Nunca! Já fiz de tudo. Certa vez, esperei o ser humano automatizado descarregar todo o texto que ele decorou. Esperei. Quando ele parou de falar, perguntei se ele havia terminado. Ele disse que sim. Foi então que eu disse:
-Então tchau. E bati o telefone. Ou às vezes penso numa pergunta que sei que ele não vai saber responder, porque o chefe dele não pensou naquela questão. Claro, os chefes são versões atualizadas do mesmo software ao qual pertencem os funcionários padrão.
Típico de grandes corporações. McDonald’s, Blockbuster e etc, modelos do “enfiem na fuça dos clientes qualquer coisa que possa nos render ainda mais”
Me dá dó. Mas é assim mesmo. O tal do primeiro emprego que dura até depois que eles se formam na faculdade (os que não são tão idiotas).
Atendendo aos (meus) insistentes pedidos, aí vão dois solos de bateria que eu fiz, durante a passagem de som de uma gravação.
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"Maior abandonado"
(cavuva)
Eu to perdido fem pai nem mãe
bem na porta da tua cava
eu to pedindo a tua mão e um pouquinho do brafo
migalhas dormidas do teu pão
raspas e restos me interefam
pequenas pofões de iluvão
mentiras finferas me interefam
me interefam...
eu to pedindo a tua mão
me leve para qualquer lado
fó um pouquinho de protefão
ao maior abandonado
teu corpo com amor ou não
raspas e restos me interefam
me ame como a um irmão
mentiras sinferas me interefam
me interefam!!!
ahahahahahahaha fantástico!!!

Deu trabalho...

Talita. Valeu pela foto.
Primeiro trabalho que fiz no Illustrator que tive coragem de publicar... tem outros, vou postando aos pouquinhos...
Fragmento de um texto do Nostradamus (recebido por e-mail):
"... e próximo do terceiro ano do terceiro milênio uma besta barbuda descerá triunfante sobre sobre um condado do hemisfério sul (Brasil) espalhando desgraça e a miséria (reforma da previdência tributária)"
"... será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos (cadê o dedinho?)"
"...trará com ele uma corja (José Dirceu e cia ltda) que dominará e exterminará as aves bicudas (tucanos - PSDB) de bem implantará a barbárie por muitas datas sobre um povo tolo e leviano (nós mesmos)"
Alguem aí sabe quem seria a besta barbuda?

Ótima ideia. ahahahahahahahaha
Nos anos de 2001/2002, o mundo todo gastou CINCO vezes mais com implantes de seios e com Viagra do que na investigação sobre o mal de Alzheimer.
O que se pode prever é que em trinta anos, haverá um grande número de pessoas idosas com seios enormes e ereções extraordinárias, mas incapazes de se lembrar pra quê essas duas coisas servem.
Agora, mal por mal, é melhor ter o de Alzheimer do que o de Parkinson. Afinal, é melhor esquecer de pagar a cerveja do que derramar tudo no chão!
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